Dia nove (31/07/2006): em Genève

Antes de mais nada tenho que ressaltar minha decepção para com o erro ocorrido comigo. Ao comprar a passagem falei que iria levar a bicicleta, a moça que me vendeu disse que eu poderia levar sem problemas, mesmo no trem da Suíça, porque não tinha trem direto, tive que parar numa estação e pegar outro. Parei em Basel, já é território Suíço, o que nos obriga a passar pela Polícia Aduaneira e mostrar o passaporte, mas tranqüilo, mesmo com a bike.
Quando peguei o outro trem, aí que foi a desgraça, a moça pediu o bilhete, mostrei e ela disse que eu não poderia levar a bike na horizontal como estava, aí eu disse que tinha muita bagagem, mas ela disse que precisava da passagem livre e tal, tudo bem, tirei tudo e pendurei a bike. O problema foi quando ela me pediu a reserva pra bike. Eu lá vou saber de reserva pra bike... Só sei que tive que pagar 32,12 euros porque estava com a bike ali. Isso deve ser o preço da passagem. Sem contar que na Suíça eles só falam em francos suíços, ou seja, o cara que chega de fora com euros pode até usar pra pagar, mas o problema é a taxa de conversão que cada um faz. Por exemplo no albergue, sei que acabei pagando mais do que valia, mas é a vida. E o troco, em francos suíços, claro. Peguei essas moedas e gastei em uma lembrancinha e pra usar a internet. Não ia guardar moeda (5 francos na vaquinha e mais 1,5 pra usar 14min de internet) de recordação, sendo que eu precisava usar a internet mesmo. Foi bom porque pude ler o e-mail que o meu amore mandou já do Brasil e o endereço do albergue de Lyon. Não fiz reserva, mas acho que não terei problemas. Queria ver se a Amanda tinha enviado o endereço, mas nada. Ou seja, perdi mesmo a viagem. E ainda nem tinha muito sol, no final da tarde começou a chover, foi um horror. A única coisa que compensou realmente foi o fato de eu ter visto muitos carrões, Ferrari, Lamborghini, Porsche, Jaguar e Mercedes classe E era popular, o que contava era a classe S mesmo.
A cidade estava toda cheia de parque de diversão e barracas, não sei bem porque, só sei que tava feio, sujo e não dava pra ver nada direito da cidade. No centro antigo até era legal, mas com a chuva, nem vi muita coisa.
Sem contar que a cidade recebe gente dos mais variados pontos do planeta, então fica aquela coisa linda.
O que mais achei interessante, mais mesmo que os carros, foi ver a cultura muçulmana de perto. Com as mulheres cheias de coisas, outras cobertas completamente, apenas com os olhos de fora e a roupa toda preta, parecem vultos andando pela rua. Uma coisa muito estranha. E vi também outras maquiadas e perfumadas, outras dirigindo Mercedes.
Gostei do parque que fica na borda do lago, lá tava bem legal. Só que seguindo mais adiante já tinha aquele monte de barraquinhas brancas, gente pra tudo que era lado, uma coisa de louco. Fiquei até com receio de andar com a câmera por lá, no pescoço, mas não tive problemas. Digo isso porque assim que cheguei na estação fui comprar a passagem para Lyon. Entrei na fila e veio um homem muito simpático falar comigo, achei que ele quisesse saber alguma coisa, mas ele queria me vender um bilhete que dava direito a ir pra qualquer lugar por 50 francos suíços, mas só naquele dia. Então não entendi direito o que era, mas me pareceu uma coisa muito estranha e o cara logo se foi. Comprei minha passagem na cabine normal mesmo e assim dá certo.
Não andei muito por lá, 21km em 2h20 de pedal, mais o tempo que fiquei parado e o tempo que andei a pé depois.
Quando peguei o outro trem, aí que foi a desgraça, a moça pediu o bilhete, mostrei e ela disse que eu não poderia levar a bike na horizontal como estava, aí eu disse que tinha muita bagagem, mas ela disse que precisava da passagem livre e tal, tudo bem, tirei tudo e pendurei a bike. O problema foi quando ela me pediu a reserva pra bike. Eu lá vou saber de reserva pra bike... Só sei que tive que pagar 32,12 euros porque estava com a bike ali. Isso deve ser o preço da passagem. Sem contar que na Suíça eles só falam em francos suíços, ou seja, o cara que chega de fora com euros pode até usar pra pagar, mas o problema é a taxa de conversão que cada um faz. Por exemplo no albergue, sei que acabei pagando mais do que valia, mas é a vida. E o troco, em francos suíços, claro. Peguei essas moedas e gastei em uma lembrancinha e pra usar a internet. Não ia guardar moeda (5 francos na vaquinha e mais 1,5 pra usar 14min de internet) de recordação, sendo que eu precisava usar a internet mesmo. Foi bom porque pude ler o e-mail que o meu amore mandou já do Brasil e o endereço do albergue de Lyon. Não fiz reserva, mas acho que não terei problemas. Queria ver se a Amanda tinha enviado o endereço, mas nada. Ou seja, perdi mesmo a viagem. E ainda nem tinha muito sol, no final da tarde começou a chover, foi um horror. A única coisa que compensou realmente foi o fato de eu ter visto muitos carrões, Ferrari, Lamborghini, Porsche, Jaguar e Mercedes classe E era popular, o que contava era a classe S mesmo.
A cidade estava toda cheia de parque de diversão e barracas, não sei bem porque, só sei que tava feio, sujo e não dava pra ver nada direito da cidade. No centro antigo até era legal, mas com a chuva, nem vi muita coisa.
Sem contar que a cidade recebe gente dos mais variados pontos do planeta, então fica aquela coisa linda.
O que mais achei interessante, mais mesmo que os carros, foi ver a cultura muçulmana de perto. Com as mulheres cheias de coisas, outras cobertas completamente, apenas com os olhos de fora e a roupa toda preta, parecem vultos andando pela rua. Uma coisa muito estranha. E vi também outras maquiadas e perfumadas, outras dirigindo Mercedes.
Gostei do parque que fica na borda do lago, lá tava bem legal. Só que seguindo mais adiante já tinha aquele monte de barraquinhas brancas, gente pra tudo que era lado, uma coisa de louco. Fiquei até com receio de andar com a câmera por lá, no pescoço, mas não tive problemas. Digo isso porque assim que cheguei na estação fui comprar a passagem para Lyon. Entrei na fila e veio um homem muito simpático falar comigo, achei que ele quisesse saber alguma coisa, mas ele queria me vender um bilhete que dava direito a ir pra qualquer lugar por 50 francos suíços, mas só naquele dia. Então não entendi direito o que era, mas me pareceu uma coisa muito estranha e o cara logo se foi. Comprei minha passagem na cabine normal mesmo e assim dá certo.
Não andei muito por lá, 21km em 2h20 de pedal, mais o tempo que fiquei parado e o tempo que andei a pé depois.

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